quinta-feira, 25 de abril de 2013

Eu vi (Prólogo de: Babel - Horizontes)





“Eu vi horizontes aos quais achei que nunca tivessem um fim, vi momentos dos quais poderíamos se quer dizer que existiram, vi e fiz coisas as quais trago no fundo de minha escura memória, vi estrelas nascerem e fui vilão delas morrerem, vi a lua tocar a terra com seu azul e sutileza da noite, deixando momentos guardados em milhões de memórias... milhões de memórias sozinhas...

Eu vi o Gênesis, a entropia ofegante buscando respirar... Quando já não existia mais ar... Eu guardei todas as lembranças, para que no final... Se realmente existir, mostrar-lhe”

                                                                                                                                             Babel

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