quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

O mato e o céu

A madruga inspira os poetas, visionários do
sentimento humano, doces noites passadas em claro, reflexões, conclusões tão
obvias, tão claras quanto a própria nascente.

Tão iluminadas quanto o sol, tão inspiradoras quanto o choro de uma nova vida
ao sair do ventre de sua mãe...

Nós, capazes de sonhos tão lindos, e pesadelos tão horríveis

Caminhamos aqui em cima, muitos se perguntando sobre um ou qual o "porquê"...

Somos assim, somos humanos, somos a evolução em alguns, involuídas quanto a própria cegueira
que os impedem de vislumbrar os doces e belos sentimentos.

A melodia e tocada
Os céus a escutam
As estrelas vibram em supernovas
Os ventos brincam com o mato

E nós, nós... se formos espertos o bastante
Notaremos esse nostálgico balé sentimental.



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